O Ministério Público do Estado do Maranhão deflagrou, nesta terça-feira, 15, a Operação Faenerator, que cumpriu mandados e buscas e apreensão contra investigados pela prática de agiotagem, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes contra a Administração Pública. As diligências foram realizadas em Imperatriz, João Lisboa e Buritirana, incluindo residências, sedes de empresas e propriedades rurais relacionadas aos investigados.
Além das buscas e apreensões, decisão judicial autorizou bloqueio e indisponibilidade de bens e valores de até R$ 621.455.220,00.
A ação é realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do MPMA (Gaeco) – Núcleo Regional de Imperatriz, com apoio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil (Seic), da Polícia Militar e da Coordenadoria de Assuntos Estratégicos e Inteligência (Caei) do MPMA. A atividade é respaldada em decisão da Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados.
Quanto aos bloqueios patrimoniais, incluem-se ativos financeiros, imóveis, veículos, aeronaves, embarcações e outros bens, bem como autorização para extração e análise de dados dos dispositivos eletrônicos apreendidos.

Máquinas e veículos também foram apreendidos
A Operação Faenerator é resultado do aprofundamento e do cruzamento de elementos reunidos com as operações Regalo, Timoneiro e Pavimentum, realizadas anteriormente pelo Gaeco para apurar irregularidades envolvendo recursos públicos e empresas contratadas no âmbito da Secretaria Municipal de Infraestrutura de Imperatriz (Sinfra)
Os alvos fazem parte de um núcleo financeiro suspeito de atuar no financiamento de empresas envolvidas em contratos e obras públicas no Município de Imperatriz, inclusive empreiteiras anteriormente investigadas por desvios de recursos da Sinfra. Elementos indicam que a prática dos delitos acontece, pelo menos, desde 2017.
De acordo com as investigações, o grupo fornecia recursos aos empresários por meio de empréstimos com cobrança de juros e, paralelamente, utilizava pessoas físicas, empresas e diferentes operações financeiras e patrimoniais para ocultar e dissimular a origem e a circulação dos valores.
Os dados e provas colhidas apontam que o grupo, além de fornecer de forma sistemática capital a empreiteiros locais por meio da agiotagem, também participava de mecanismos destinados à ocultação e lavagem de recursos de origem ilícita.
Empreiteiras procuravam o grupo quando necessitavam de disponibilidade imediata de recursos para iniciar obras, manter o fluxo de caixa ou cumprir compromissos financeiros. O capital era concedido sem garantias formalmente constituídas, mediante cobrança de juros que variavam entre 3,5% e 4% ao mês, além de encargos calculados em caso de atraso. Como garantia, eram utilizados cheques e notas promissórias que permaneciam fora do sistema bancário e funcionavam como instrumentos físicos de controle das dívidas.
A investigação identificou movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a atividade econômica declarada por algumas das empresas relacionadas ao grupo. Em um dos casos, uma clínica odontológica declarou faturamento médio mensal de aproximadamente R$ 13 mil; no entanto, movimentou R$ 143,8 milhões entre 2019 e 2024.
Dentre os mecanismos destinados a dificultar o rastreamento dos recursos, estão a utilização de transferências bancárias, PIX, depósitos fracionados, contas de passagem, pessoas interpostas e saques em espécie.
A lavagem de dinheiro também inclui a reinserção de valores na economia formal com a aquisição e comercialização de bens móveis, incluindo carros de luxo e veículos pesados, aeronaves, helicópteros, embarcações e imóveis rurais. As apurações também apontam pagamentos de obrigações de natureza pessoal relacionadas a agentes públicos e Pessoas Expostas Politicamente (PEPs).
O mandado judicial deferiu medidas de bloqueio e indisponibilidade de bens com o valor limite de R$ 621.455.220,00. A medida faz parte da estratégia de descapitalização da estrutura investigada e de preservação patrimonial. O Gaeco está apurando o montante de bens apreendidos e outras diligências.
A pedido do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec-MA) o Judiciário condenou a empresa Google Brasil a pagar R$ 5 milhões de indenização por danos morais coletivos, por espalhar notícias falsas em vídeos sobre saúde, durante a pandemia.
A pesquisa IP Sensus aponta liderança do candidato Orleans Brandão (MDB), com 43% das intenções de voto na disputa pelo Governo do Maranhão. O segundo colocado, Eduardo Braide (PSD), aparece com 36,1%. A comparação com pesquisas anteriores mostra crescimento de Orleans Brandão, que passou de 41% para 42,3% e agora soma 43%, acumulando crescimento de 2 pontos percentuais.
A cidade de Cantanhede viveu uma sexta-feira de intensa movimentação política com a passagem de Orleans Brandão (MDB), candidato ao Governo do Maranhão, pelas ruas da cidade. Ao lado de lideranças políticas, Orleans percorreu o município e foi recebido por moradores de todas as idades, que acompanharam o percurso e demonstraram confiança em seu projeto para o estado. A agenda foi marcada pela animação e pela expressiva presença popular.
O ex-governador e ex-senador Edison Lobão declarou apoio à candidatura de Dr. Hilton Gonçalo (Mobiliza – 333) ao Senado Federal. O anúncio foi feito neste sábado (12), durante encontro que contou com a presença do deputado estadual Francisco Nagib (MDB), que busca à reeleição e também se engaja no projeto.
O candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão (MDB), afirmou, nesta sexta-feira (11), que vai preparar e valorizar a mão de obra de Bacabeira para que a população do município seja absorvida nas oportunidades abertas pela Zona de Processamento de Exportação (ZPE). A declaração foi feita durante o “Arrastão do 15”, realizado na cidade, onde o emedebista destacou que o empreendimento já atrai empresas e tem potencial para gerar cerca de 30 mil empregos.
Uma grande caminhada na manhã desta quinta-feira (10) tomou as ruas de Itinga do Maranhão, reunindo moradores, lideranças políticas e apoiadores de Orleans Brandão. Ao lado da prefeita Leny Paula do Quininha e do ex-prefeito Quininha, o candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, destacou a união do grupo político no município. “Eu fico feliz em chegar aqui na cidade de Itinga, onde tem uma prefeita com mais de 90% de aprovação, uma prefeita forte, guerreira, mas mais do que isso, encontrar grupos unidos, encontrar pessoas que estão acreditando no meu projeto”.
Já está disponível para as mulheres do Coroadinho, em São Luís, uma plataforma digital criada pela Casa das Pretas, espaço de atuação do Coletivo Mulheres Negras da Periferia. A ferramenta reúne informações sobre violência doméstica, orientações sobre direitos e acesso à rede de proteção, além de uma pesquisa anônima que busca compreender e mapear a realidade das mulheres do território que vivenciam situações de violência.
O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ingressou com uma Ação Civil Pública contra o Banco do Brasil para cobrar a regularização dos serviços bancários em Alcântara.