Justiça condena grupo que espalhou áudio apócrifo e fakenews contra Guilherme Mulato

A Juíza Manuella Viana dos Santos Faria Ribeiro, da Justiça Eleitoral, reconheceu como apócrifo, áudio criado e amplamente espalhado com o intuito de prejudicar a campanha e a imagem do candidato a deputado federal Guilherme Mulato, vítima de ataques cibernéticos planejados e coordenados com intuitos políticos.

Na decisão, a magistrada determinou a imediata remoção de vídeos, matérias e áudios, considerados fakenews, de perfis conhecidos em São José de Ribamar e no Maranhão inteiro, como o do jornalista, ex-secretário de Comunicação dos ex-prefeitos Luís Fernando e Eudes Sampaio, o ex-candidato a vereador derrotado Matias Marinho; e de uma pseudo-influenciadora digital que disseminou a fake-news e ataques de ódio contra Mulato, e nas redes sociais também se apresenta como influenciadora e apoiadora do candidato Orleans Brandão, e do cabo eleitoral Dudu Diniz, ambos adversários políticos do candidato em São José de Ribamar.

A juíza também determinou que a Meta e a plataforma Instagram informe quem são os responsáveis pelas páginas anônimas que estariam por trás do ataque criminoso contra Mulato, tentando prejudicar o candidato, entre as páginas anônimas estariam o perfil Ribamar Raiz, Xeque-Mate e Raiz das Fofocas, entre outros perfis maiores de alcance estadual.

Na decisão, publicada na noite desta quarta-feira (30), a juíza determinou aplicação de multa no valor que pode chegar a R$ 50 mil reais caso o conteúdo ofensivo e difamatório contra Guilherme Mulato não seja removido no prazo de até 24h.

Sem nunca ter ocupado cargo eletivo, Mulato é conhecido publicamente por grandes ações que faz pela população de São José de Ribamar, em diversas áreas, entre elas, o social e esportivo, além de sua forte atuação pelos direitos do Ribamarense, e já antecipou que disputará o cargo de Prefeito em 2028, o que tem preocupado seus adversários locais e pode ter motivado o covarde ataque digital com o intuito de prejudicá-lo.

Em suas redes sociais, Mulato classificou os ataques como “mais um absurdo dos seus adversários políticos ribamarenses, que temem o seu crescimento e sua lealdade com o povo, e resumiu como ataque de uma milícia digital do ódio, promovida e financiada por um grupo político local, que agora responderão na justiça pelo mal que causaram”, disse Mulato.

Veja aqui a Decisão.

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